EPS e o desempenho térmico da NBR 15575: visão geral para quem projeta e constrói
EPS · Goiás · 2026-06-19
Resposta direta: onde o EPS entra na norma de desempenho
A NBR 15575, conhecida como Norma de Desempenho, estabelece requisitos mínimos que edificações habitacionais devem cumprir — entre eles o desempenho térmico, avaliado principalmente pelo comportamento de fachadas e coberturas frente ao clima da região. O EPS contribui diretamente nesse quesito: aplicado na laje de cobertura, em forros ou em sistemas de fechamento, ele reduz a transmissão de calor do exterior para os ambientes, ajudando o sistema construtivo a atingir os níveis exigidos.
Esta é uma visão geral para orientar a conversa entre construtor e projetista — o enquadramento formal de cada empreendimento na norma é sempre feito pelo responsável técnico, com base no projeto e na zona bioclimática. O EPS da VIBRACOM, fabricado em Goiás, é um dos materiais que o projetista pode especificar para chegar lá.
O que a NBR 15575 avalia no desempenho térmico
Em linhas gerais, a norma verifica se a edificação oferece condições térmicas internas melhores ou iguais às do ambiente externo em dias típicos de verão e inverno, considerando a zona bioclimática onde a obra está. Os caminhos de avaliação envolvem propriedades como a transmitância térmica e a capacidade térmica dos sistemas de cobertura e vedação.
A cobertura merece atenção especial no Centro-Oeste: é por ela que entra grande parte do calor nas edificações térreas e nos últimos pavimentos. Goiás está em zonas bioclimáticas quentes, o que na prática puxa os requisitos da cobertura para cima — e é aí que materiais isolantes leves como o EPS mostram valor.
Como o EPS ajuda cada sistema da edificação
- Cobertura com laje treliçada + lajota de EPS: a camada de EPS sob a capa de concreto reduz a transmitância térmica do sistema de cobertura, um dos itens verificados pela norma;
- Forros de EPS: somam resistência térmica ao conjunto telhado + forro, alternativa útil em reformas e em coberturas com telha metálica;
- Placas de EPS no envelope: em sistemas de fechamento e painéis, o EPS agrega isolamento sem peso;
- Bonificação estrutural: a laje com EPS fica até 30% mais leve que com lajota cerâmica, aliviando a estrutura — um ganho que vem junto do térmico, sem custo adicional.
O material é ainda autoextinguível, 100% reciclável e fabricado sem CFC, características que conversam com os demais requisitos de segurança e sustentabilidade da norma.
O que o construtor deve levar para o projetista
Se o seu empreendimento precisa demonstrar atendimento à NBR 15575 — caso típico de incorporações e de habitação financiada —, a conversa com o projetista fica mais produtiva com estas informações à mão:
- Zona bioclimática e cidade da obra (Goiânia, Anápolis, Brasília e Entorno etc.);
- Sistema de cobertura pretendido (tipo de telha, existência de laje, forro);
- Composição da laje: altura, enchimento (EPS ou cerâmica) e espessura da capa;
- Dados dos materiais fornecidos pelo fabricante — densidade e espessura do EPS, por exemplo.
Com isso, o responsável técnico avalia o desempenho do sistema e ajusta espessuras e composições até atingir o nível desejado — mínimo, intermediário ou superior.
Além do mínimo: por que mirar níveis superiores compensa
A norma trabalha com níveis de desempenho — mínimo (M), intermediário (I) e superior (S) — e atender apenas ao mínimo é decisão de projeto, não obrigação de teto. Mirar níveis mais altos no desempenho térmico costuma compensar por três razões:
- Custo marginal baixo: subir o desempenho da cobertura muitas vezes significa apenas ajustar a espessura ou a densidade do EPS já previsto — centavos por metro quadrado diante do custo total da obra;
- Valor de mercado: conforto térmico é percebido na visita ao imóvel e vira argumento de venda em um mercado exigente como o goiano de 2026;
- Custo operacional do morador: menos gasto com climatização todos os meses, pela vida útil da edificação — um benefício que fideliza a marca da construtora.
O caminho técnico é simples: com os dados do material fornecidos pela fábrica (densidade, espessura), o projetista simula o sistema de cobertura e ajusta a composição até o nível desejado. É um dos investimentos de melhor retorno por real gasto em todo o projeto.
Especifique com apoio de quem fabrica
A VIBRACOM fornece EPS em densidades e espessuras variadas, padronizado ou sob medida, e fabrica também as lajes treliçadas que recebem as lajotas — um único fornecedor para o sistema de cobertura, com 40 anos de indústria em Goiás e unidades em Anápolis e Aparecida de Goiânia.
Precisa de dados do material para o seu projeto de desempenho ou de um orçamento de laje com EPS? Fale com nossa equipe pelo WhatsApp (62) 99976-3447 ou pela página de contato.
Perguntas frequentes
Usar EPS garante o atendimento à NBR 15575?
Nenhum material isolado garante: a norma avalia o desempenho dos sistemas completos da edificação. O EPS é um forte aliado, sobretudo na cobertura, mas o enquadramento é feito pelo responsável técnico considerando o projeto e a zona bioclimática.
Por que a cobertura é tão importante no desempenho térmico em Goiás?
Porque Goiás está em zonas bioclimáticas quentes e a cobertura é a superfície mais exposta ao sol. Grande parte do calor entra por ela em casas térreas e últimos pavimentos, então melhorar a cobertura é o caminho mais eficiente para o conforto.
Laje com lajota de EPS tem desempenho térmico melhor que com cerâmica?
Sim. O EPS, por ser 98% ar em células fechadas, oferece resistência térmica superior à da lajota cerâmica no mesmo sistema de laje, além de deixar o conjunto até 30% mais leve.
A NBR 15575 vale para qualquer obra?
Ela se aplica a edificações habitacionais e é exigida com mais rigor em incorporações e habitação financiada. Mesmo quando não obrigatória, seus critérios são uma boa referência de qualidade para qualquer construção residencial.
Solicite um orçamento: WhatsApp (62) 99976-3447 ou página de contato. VIBRACOM — 40 anos fabricando artefatos de concreto em Anápolis e Aparecida de Goiânia.