Anápolis: (62) 3316 1599 | Ap. de Goiânia: (62) 3283 6838 | Goiânia: (62) 3945 6838

Lajes

Dicas, Lajes

OTIMIZANDO OS ESPAÇOS EM GARAGENS COM LAJES PROTENDIDAS.

A redução do pé-direito de garagens traz impactos econômicos diretos e indiretos.  No caso do subsolo, é reduzida a escavação e o gasto com contenção do próprio subsolo, gerando economia.

Para o sobressolo, uma vantagem percebida é a chance de ganhar pavimentos extras.  Além disso, dependo da redução de pé direito, existe a possibilidade de acrescentar mais pavimentos para comercializar.

Essa otimização acontece porque no concreto protendido é aplicada uma força de compressão prévia na estrutura para que equilibre os esforços de tração nela e seja gerada uma força de alívio contrária ao carregamento. Isso faz com que seja possível “vencer” um carregamento e um vão com menos seção de estrutura, isto é, com estruturas mais esbeltas.

Dessa forma, em muitos casos, é possível eliminar vigas altas, trabalhando com lajes planas apoiadas diretamente em pilares, o que, além de reduzir o pé direito dos estacionamentos, facilita a montagem das fôrmas e armações.

Para mais informações ou orçamentos, entre em contato conosco.

Goiânia

Av. C-233 c/ C-240, Qd.559, Lt.6, Sala 02

Jardim América, Goiânia-Go

(62) 3945 6838

Ap. de Goiânia

Via Primária I , Qd. 04 Lt. 2

DAIAG

(62) 3283 6838

Anápolis

Rua VP 7D, Qd. 12, Lt. 19/20, S/N

Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA)

(62) 3316 1599

Lajes

55,6% dos empresários de materiais de construção veem cenário regular em maio

Os empresários do setor de materiais de construção acreditam que as vendas devem mostrar comportamento regular no mês de maio. Entre os entrevistados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), 11,1% estimam bons resultados no mês, enquanto 55,6% disseram que o período deve ser regular e 33,3% assinalaram o mês como ruim.

A leitura para o mês é melhor do que a avaliação de abril, quando a observação “bom” contou com 11,1% dos entrevistados. O quarto mês do ano foi considerado regular por 50,0%, enquanto 22,2% definiram o período como ruim. Uma fatia de 16,7% disse que abril foi muito ruim.

“A questão política, ainda confusa, é a principal responsável por essa continuidade do pessimismo entre os empresários da indústria de materiais de construção. Esse mau humor deve continuar por alguns meses após a definição do impasse político”, afirmou o presidente da Abramat, Walter Cover.

Mesmo no caso da adoção de esperadas políticas públicas de incentivo à demanda, o executivo disse que haverá um lapso de tempo para o mercado reagir. “A retomada do crédito, inclusive o financiamento imobiliário, é o principal vetor para mudanças rápidas no consumo das famílias e investimentos dos empresários”, acrescentou.

A Abramat informou também que, em abril, 5,6% das empresas tinham boas expectativas quanto às ações do governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses. A avaliação de 66,7% dos entrevistados foi de pessimismo nesta questão, enquanto os outros 27,8% revelaram indiferença.

O resultado apresentou queda do otimismo, que estava em 20% em março. Em igual mês do ano passado, a taxa também estava em 6%. O histórico de pessimismo subiu frente aos 45% de março, mas ficou quase estável ante os 56% em abril do ano passado.

A sondagem da associação indicou também que, na média, 39% das indústrias de materiais pretendem investir nos próximos 12 meses. O resultado representou uma piora em relação a março, quando a intenção relatada era de 45%. Em igual mês do ano anterior, o indicador estava em 41%.

O mês de abril apresentou queda na utilização da capacidade industrial, atingindo 68% na média das empresas, contra 70% do mês anterior. O indicador estava em 76% no mesmo mês de 2015. (Agência Estado)

Open chat
Solicite seu orçamento!